Dedo na Ferida
Um chamado corajoso ao confronto necessário com as nossas próprias sombras. "Dedo na Ferida" simboliza o ponto de ruptura onde deixamos de esconder os traumas sob o tapete para acender a luz dos nossos quartos escuros. Brincando com uma metáfora que inicialmente remete a um desgaste amoroso, a faixa revela-se um manifesto sobre a dor que liberta, a autoaceitação e o crescimento que só alcança quem não teme o próprio futuro.
A poeira insiste em se esconder sob o tapete
E a gente finge que o silêncio é paz
Mas o que dói não some se a gente esquecer
O medo é um bicho que se alimenta de "tanto faz"
É hora de acender a luz do quarto escuro
E encarar o que ficou pra trás
Não dá pra curar o que a gente não sente
Não dá pra mudar o que a gente omite
O espelho não mente, ele só reflete
A verdade que a alma ainda permite
É o dedo na ferida, sem medo da verdade
É encarar o abismo para dele emergir
Trocar a segurança pela liberdade
E abrir a porta que eu mesmo esqueci de abrir
Pois só cresce... quem não teme o porvir!
A poeira insiste em se esconder sob o tapete
E a gente finge que o silêncio é paz
Mas o que dói não some se a gente esquecer
O medo é um bicho que se alimenta de "tanto faz"
É hora de acender a luz do quarto escuro
E encarar o que ficou pra trás
Não dá pra curar o que a gente não sente
Não dá pra mudar o que a gente omite
O espelho não mente, ele só reflete
A verdade que a alma ainda permite
É o dedo na ferida, sem medo da verdade
É encarar o abismo para dele emergir
Trocar a segurança pela liberdade
E abrir a porta que eu mesmo esqueci de abrir
Pois só cresce... quem não teme o porvir!


